Minas bate recorde de 15 GW e reforça liderança em energia solar

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“Estado amplia protagonismo no país com expansão da geração fotovoltaica e estímulo a novos investimentos”, destacou Gil Pereira

Minas Gerais segue avançando na transição energética e atingiu a marca histórica de 15,018 gigawatts (GW) de potência instalada em energia solar fotovoltaica. O volume reúne 8,766 GW provenientes de usinas de geração centralizada (GC) e 6,252 GW da geração distribuída (GD), presente em residências, condomínios, comércios, indústrias e propriedades rurais. O desempenho consolida o estado como referência nacional no setor, com destaque para o Norte de Minas.

O deputado Gil Pereira destacou que o crescimento é resultado de políticas públicas consistentes e de um esforço contínuo para fortalecer o ambiente de investimentos. “Mais empregos, renda, sustentabilidade, recursos direcionados à saúde, educação e infraestrutura são resultados diretos dessa expansão. É um avanço construído com trabalho sério e leis de minha autoria, aprovadas pela Assembleia, que incentivam usinas fotovoltaicas de todos os portes”, afirmou o parlamentar, presidente da Comissão de Minas e Energia da ALMG.


Trabalho legislativo

Segundo o deputado, a base desse desenvolvimento está em uma atuação legislativa iniciada há mais de uma década, com destaque para a Lei nº 22.549/2017, de sua autoria, conhecida como Lei da Energia Solar Fotovoltaica de Minas Gerais. “A norma foi pioneira no país ao garantir isenção de ICMS para usinas de até 5 MW, criando um ambiente favorável para a atração de investimentos e a interiorização da geração de energia limpa”, explicou Gil Pereira.

Presente nos 853 municípios mineiros, a energia solar já gerou mais de 411 mil empregos e movimentou investimentos bilionários, tendo contribuído significativamente para o aumento das receitas públicas municipais, revertidas em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.

Gil Pereira também alertou para a necessidade de continuidade dos investimentos no setor, especialmente diante de novos desafios energéticos globais. “Precisamos avançar ainda mais, com foco na mobilidade elétrica e no armazenamento de energia em baterias, que representa o próximo ciclo produtivo. O cenário internacional, como a alta do petróleo provocada por conflitos, impacta diretamente os preços e reforça a importância de ampliar fontes limpas e seguras”, declarou ele.